domingo, 16 de maio de 2010

sábado, 10 de abril de 2010

CONCENTRAÇÃO SEMESTRAL DA CIEF OUTONO/2010

CONCENTRAÇÃO SEMESTRAL DA CIEF

- CONFEDERAÇÃO DE IGREJAS EVANGÉLICAS FUNDAMENTALISTAS

Local: TEMPLO BATISTA BÍBLICO DE CAMPINAS (Campinas, SP)

Endereço: Rua Marechal Hermes, 178 – Jardim Garcia

Pastor hospedeiro: Marcelo Silva

Programa: 29 de Maio de 2010, das 15,00 horas às 20,00 horas

PLENÁRIO! CONVÍVIO ESPIRITUAL! TALENTOS!

ESCLARECIMENTO RELIGIOSO!


Um dos Palestrantes será o Rev. José Vasconcelos da Silva Filho, Vice-Presidente do CIIC (Concílio Internacional de Igrejas Cristãs) para o Norte do Brasil; Ministro do Presbitério do Grande Recife da Igreja Presbiteriana Fundamentalista do Brasil; Pastor da Igreja Presbiteriana Fundamentalista de Vila do IPSEP (Recife, PE); Ex-Moderador do Sínodo da Igreja Presbiteriana Fundamentalista do Brasil

Obs.: Um lanche será oferecido pela igreja hospedeira no intervalo (18:00) entre a apresentação do Primeiro e do Segundo Tema.

Visitantes e Observadores são cordialmente convidados para assistirem este Grande Conclave Evangélico Brasileiro Fiel à Bíblia. A entrada é franca a todos. Cada igreja Fiel à Bíblia deve fretar um ônibus e levar o maior número de pessoas possível.

Como chegar: A partir do Terminal Rodoviário Multimodal Ramos de Azevedo (Campinas, SP), desembarque na Av. Bueno de Miranda, altura 451, em frente ao Posto de Gasolina Cascata (489), pegue a linha 249 Parque dos Eucaliptos, desembarque na R. Transamazônica, altura 465 (Referência: terreno baldio), caminhe no sentido do trânsito, atravesse, e entre na segunda ou terceira rua à esquerda (R. Marechal Hermes) (Informações de responsabilidade do EMDEC - Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas: http://www.emdec.com.br)

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

CONCENTRAÇÃO SEMESTRAL DA CIEF

Coisas boas também podem voltar. Depois da volta do Jornal O FUNDAMENTALISTA, temos a alegria e satisfação de anunciar aos estimados leitores do Blogspot SELEÇÕES BÍBLICAS FUNDAMENTALISTAS, bem como os assinantes do Yahoogrupo FUNDAMENTALISMO BÍBLICO - ALADIC-Brasil que as Concentrações Semestrais da CIEF estão voltando, pela Graça de Deus !

CONCENTRAÇÃO SEMESTRAL DA CIEF / PRIMAVERA 2009


31 de Outubro de 2009 (Comemoração da Reforma Protestante do Século XVI)
15 às 20:30 h
na IGREJA BÍBLICA CONGREGACIONAL DE ITAQUERA (São Paulo, Capital)
Rua Almino Afonso, 20 - Itaquera

O Pastor hospedeiro é o Rev. JONAS ELIAS DE OLIVEIRA (Vice-Presidente da CIEF)

Obs.: Um lanche será oferecido pela igreja hospedeira.

Esperamos que os Fundamentalistas de todo o Brasil estejam representados nesta Concentração.

Brevemente notícias sobre Concentrações da CIEF no Norte do País (Regiões Norte e Nordeste).

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

ESQUISITO OU PERIGOSO?

ESQUISITO OU PERIGOSO ?

KENNETH A. SHAW

“... Porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em Ministros da Justiça”. (II Coríntios 11:14-15).

São estas as palavras que me vêm à mente sempre que vejo Líderes Cristãos, homens de influência em Círculos Fundamentais advogarem o oferecimento da destra de comunhão aos adventistas do sétimo dia, alegando que estes descendentes dos mileritas (adeptos de William Miller) são apenas um grupo “esquisito” de Cristãos, cuja principal excentricidade é a guarda do sábado.

É incrível! Será que temos sido de tal modo cegados por um caridoso senso de falsa piedade, que não podemos mais reconhecer a serpente? Nesse caso temos de fechar os nossos olhos e ouvidos, bem como as nossas Bíblias, e reprimir o nosso bom senso enquanto abrigamos os seguidores da Sra. Ellen G. White em nosso seio.

Cristãos, uma coisa é discordar em amor, de companheiros Cristãos, em assuntos nos quais não temos exatamente o mesmo ponto de vista, mas é bem outra coisa concordar com um vergonhoso sistema apóstata cujo objetivo primário é a negação e corrupção do Novo Testamento.

É nada menos que trágico que alguns Líderes de responsabilidade em Grupos Evangélicos Conservadores tenham sido iludidos na crença de que o Adventismo do Sétimo Dia esteja, agora, dentro das fronteiras do Cristia- nismo Verdadeiro; e que uma planta corrupta, plantada em incredulidade, e até o presente alimentada no engano, esteja, agora, produzindo fruto para Deus. Amigo Cristão, afaste um tal pensamento de sua mente. O leopardo adventista não mudou uma simples mancha, nem pode fazê-lo. Os ensinos da Sra. Ellen G. White são e têm sido por muitos anos, um fato documentado. Tendo passado para a eternidade em 1915, a Sra. White não pode mu- dar. Seus escritos, que são a alma do sistema, permanecem basicamente os mesmos. Portanto, não obstante as alegações dos mencionados Líderes, não tem havido nenhuma mudança no Adventismo.

Na verdade temos nos tornado excessivamente negligentes na Palavra em considerarmos a possibilidade de manter comunhão com os seguidores da Sra. White. Se alguém se der ao trabalho de levantar apenas um pouco a pele de ovelha com que esse grupo se cobre, as presas de lobo poderão ser vistas facilmente.

Cada adventista do sétimo dia é, antes e acima de tudo, um crente na Sra. Ellen G. White como “profetisa de Deus para os últimos dias". Quem assiste aos programas adventistas através do rádio e da televisão pode achar isto uma coisa difícil de acreditar porque este é um fato que eles nunca declaram em seus programas; mas é uma realidade. Não se pode rejeitar a “profetisa de Deus para os últimos dias” e permanecer em boa situação com “a única Igreja verdadeira, a Igreja Adventista do Sétimo Dia”.

A Sra. White era uma dos originais “Mileritas marcadores-de-data”, que anunciaram a volta de Cristo à Terra em 1843, e, novamente, em 1844. Após essas aventuras em incredulidade, ela comecou a receber “visões” para justificar as referidas aventuras, e para “autenticar” novos ensinos que estavam sendo inventados. Os adventistas atuais crêem que ela era inspirada por Deus, que as suas visões foram divinamente dadas, e, como dizem as suas publicações, “ela é mensageira de Deus para os últimos dias”. Mas, para que não sejamos acusados de estarmos fazendo falsas acusações, va- mos consultar diretamente os escritos adventistas.

Em “Dons Espirituais”, a Sra. White escreveu: “Eu sou tão dependente do Espírito do Senhor ao relatar ou escrever, quanto ao receber uma visão”.

Citamos, a seguir, alguns trechos de “Testemunhos para a Igreja”, de autoria da Sra. White: “Nestas cartas que escrevo, nos testemunhos que dou, estou vos apresentando aquilo que me foi apresentado pelo Senhor. Nenhum dos artigos que eu passo para o papel expressa simplesmente as minhas próprias idéias. Eles expresssam aquilo que Deus abriu diante de mim em visão os preciosos raios de luz, emanando do Trono. É Deus Quem tem falado, e não um mortal, sujeito ao erro”.

Contudo, quando vos envio uma mensagem de reprovação ou advertência,. muitos de vós afirmais ser ela simplesmente a opinião da Irmã White. Deste modo insultais o Espírito de Deus”.

Aqueles que... pretendem destruir o nosso testemunho, eu vi, não estão lutando contra nós, e, sim, contra Deus”.

O Sr. F. M. Wilcox escreve em “Revista e Arauto”: “Assim como Sa- muel, nos seus dias, era Profeta para Israel, assim como Jeremias era Profeta para Israel nos dias do seu cativeiro, assim como João Batista veio como Mensageiro especial do Senhor para preparar o caminho para a manifesta- ção de Cristo, nós cremos que a Sra. White era uma profetisa para a Igreja de Cristo nos dias atuais”.

Em correspondência pessoal, a mim dirigida em outubro de 1962, um professor duma Escola Biblica chamada “20th Century Bible School”, em Reading, Pennsylvania, escreveu o seguinte: “Em Efésios 4:8, 11-13, lemos

que Deus tem posto profetas na Igreja, e isto foi cumprido na pessoa de Ellen G. White”.

A Sra. White autorizou a publicação de muitos volumes com instruções para os seus seguidores, de conformidade com o seu ofício profético. Extraímos de “Testemunhos para a Igreja”, a seguinte citação, referindo-se a uma Conferência em Battle Creek, Michigan, em 27 de maio de 1856: “Foi-me mostrada a companhia presente à Conferência. O anjo disse: Alguns serão comida para vermes, alguns serão alvo das últimas pragas, alguns permanecerão vivos sobre a terra para serem trasladados na vinda de Jesus”. Todos quantos se sabe terem assistido a referida Conferência já passaram há muito para a eternidade. Com certeza, o anjo assistente da Sra. White era um anjo caído. Quanto à pessoa de Jesus Cristo, crêem os adeptos da Sra. White que Ele era o Filho de Deus, mas que nasceu com uma natureza pecaminosa, e era perfeitamente capaz de pecar e falhar em Sua missão. Tal ensino não passa de blasfêmia, pois faz do Senhor um mentiroso, estando Ele mesmo, portanto, necessitado de um Salvador. Ademais, eles crêem que Cristo não é outro senão Miguel, o Arcanjo.

Com respeito à Expiação, crêem os adventistas que ainda resta a expiação final a ser feita por Satanás, o qual como autor do pecado, será punido por todos os pecados quando for lançado no lago de fogo. Esta ex- piação diabólica é baseada em uma palavra Azazel que é encontra- da em Levitico 16:8. A tradução da referida palavra na Versão Corrigida e Revisada Fiel (ACF) é “bode emissário”. Os adventistas, juntamente com outros, crêem que ela significa Satanás, e assim, admitem que Satanás tenha uma parte na Obra da Expiação.

Conforme F. W. GRANT, autor de “A Bíblia Numérica”, o qual, no referido livro analisa amplamente essa palavra, ela significa “ir embora”, ou “demissão”. O Sr. GRANT refere-se a interpretação “Satanás” como uma misteriosa invenção apresentada por aqueles que querem criar confusão só porque têm uma teoria a defender.

Gostaria de perguntar aos Líderes Cristãos que querem chamar de “irmãos” aos seguidores da Sra. White: Será que somos um em Cristo com aqueles que crêem que Satanás consumará finalmente a Obra Expiatória de nosso Senhor?

Uma coisa que os Cristãos deviam saber a respeito dos adventistas é que a questão do sábado é meramente uma “isca”, uma cortina de fumaça, e nao é de modo nenhum o verdadeiro ponto de controvérsia. Tenho lido muitas exposições feitas por Escritores Cristãos sinceros, os quais, refutando o adventismo, explicam fielmente a diferença entre o sábado do Velho Testamento e o Dia do Senhor, do Novo Testamento, crendo sinceramente

ser este o ponto de divergência entre os Cristãos Ortodoxos* e os adventistas. A sua sinceridade, embora bem intencionada, revela uma completa falta de conhecimento daqueles com quem estão tratando. Alguns dos mais conhecidos Ministros dos nossos tempos têm caído nessa armadilha. Toda essa agitação e provocacão em torno do sábado tem um único propósito: conduzir à fé em Ellen G. White.

Para aqueles que crêem no Novo Testamento, Romanos 14 e Colossenses 2 decidem o assunto do sábado. Os que não crêem são presas fáceis para os adventistas do sétimo dia.

Amados Cristãos, as coisas apreesentadas aqui são apenas algumas das muitas excentricidades da seita da Sra. White. Para apresentar uma exposição completa dos seus falsos ensinos, seriam necessários muitos volumes. Entre as suas falácias estão o sono da alma, a aniquilação de Satanás e dos ímpios, a identificação de Cristo como Miguel, o Arcanjo, comidas puras e impuras, a doutrina de Maria sempre virgem, a identificação do Papa como a besta e dos Estados Unidos como a segunda besta, a identificação dos adventistas como os 144.000, a rejeição de Israel para sempre, etc., etc., etc.

Não se engane, este NÃO é um grupo “esquisito” de Cristãos, e, sim, de falsos “anjos de luz” procurando se infiltrar com o fim de destruir a liber- dade que os crentes do Novo Testamento gozam em Cristo Jesus.

Usando o Evangelho como uma simples fachada, eles mantém escondios os seus verdadeiros ensinos até encontrarem a ocasião oportuna para usá-los. Não podemos, nem por um esforço de imaginação aceitar isso como uma tática Cristã. Quem crê em doutrinas que precisa esconder e tem vergonha de ensiná-las em seu Ministério público, certamente não poderia ser representante dAquele que disse: “Eu falei abertamente ao mundo... e nada disse em oculto” (João 18:20).

É triste dizer que, hoje em dia, grande número de pessoas que pertencem ao Senhor, parecem ser inteiramente desprovidos de qualquer discerrnimento espiritual, pensando que se alguém traz uma Bíblia na mão e um versículo na ponta da língua, tem necessariamente de pertencer a Deus. Nada poderia estar mais longe da verdade.

João nos diz: "Amados, não creiais a todo o espírito; mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.” (1 João 4:1). Paulo diz: “Examinai tudo” (1 Tessalonicenses 5:21).

“Para que não sejamos mais como meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente” (Efésios 4:14).

Depois de tudo quanto temos considerado, só podemos chegar a uma conclusão: se os devotos da Sra. Ellen G. White estão certos, então eles são de Deus e nós estamos sendo desobedientes em não nos unirmos a eles, aceitando a Sra. White como nossa profetisa. E, se eles estão errados, então eles estão iludidos por Satanás e os seus ensinos são uma corrupção da Palavra de Deus, um falso evangelho.

Qual devia, então, ser a atitude do Cristão para com os adventistas do sétimo dia? Deveria ser uma atitude de tolerância liberal, desculpando-os, fechando os olhos para os seus erros, sendo indulgentes? Não, se as Escrituras forem nosso guia. A Escritura é tão clara quanto positiva com referência àqueles que propagam ensinos falsos. Gálatas 1:8-9 diz: “Mas, ainda que nós mesmos ou um Anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.” Romanos 16:17 diz: “...que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles.” II João 10-11 diz: “Se alguém vem ter convosco, e nao traz esta Doutrina, não o recebais em casa, e nem tampouco o saudeis. Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras.”

Em nossos dias a União dos Cristãos é uma coisa desejável, mas a União com os discípulos de uma falsa profetisa seria nada menos que satânica, inspirada por aquele que inspirou William Miller, o primeiro a marcar uma data para a volta de Cristo.

Nota do Distribuidor: Rogamos aos nossos leitores que leiam cada citação na Bíblia. Por favor, façam como os bereanos (Atos 17:10-11), “examinando ...nas Escrituras”, se o autor fala de si mesmo ou como bom Ensinador Bíblico, que realmente é, fala somente o que a Palavra de Deus ensina.

KENNETH A. SHAW (1920-1991), Autor Evangélico vinculado ao Movimento dos Irmãos, nasceu em 31 de agosto de 1920 em West Decatur, Clearfield County, Pennsylvania, EUA. Como Ensinador Bíblico, viveu em Drexler Hill, igualmente na Pennsylvania, lugar onde veio a falecer, em maio de 1991. Escreveu artigos em defesa da Fé para as revistas Light and Liberty (“Luz e Liberdade”, onde originalmente foi publicado o presente artigo), Food for the Flock (“Alimento para o Rebanho”) e Ministry in Focus (“Ministério em Foco”), todas vinculadas ao Movimento dos Irmãos.


PUBLICAÇÕES BÍBLICAS

DECLARAÇÃO DOUTRINÁRIA

Entre outras Verdades igualmente Bíblicas, cremos e sustentamos as seguintes:

1. A Inspiração Divina Plenária e Verbal das Escrituras nos idiomas originais, a sua conseqüente Inerrância e Infalibilidade e, como a Palavra de Deus, sua Autoridade Suprema e Final em Fé e Vida;

2. A Personalidade Sobrenatural do Deus Triúno: Pai, Filho e Espírito Santo;

3. A Deidade Essencial, Absoluta e Eterna do Senhor Jesus Cristo, assim como a Sua Humanidade, que O fez em tudo semelhante ao homem, exceto no pecado;

4. A Concepção Sobrenatural e o Nascimento Virginal de nosso Senhor Jesus Cristo;

5. Sua Morte Vicária e Expiatória, em que Ele deu a Sua vida “em resgate de muitos”;

6. Sua Ressurreição dentre os mortos no mesmo corpo com o qual Ele foi crucificado, e a Sua Segunda Vinda em poder e grande glória;

7. A Depravação Total do homem por causa da Queda;

8. Salvação o efeito da Regeneração pelo Espírito e pela Palavra não através de obras nem em virtude do batismo ou de qualquer rito ou ritual eclesiástico, mas unicamente pela Soberana Graça de Deus mediante a Fé em Cristo Jesus;

9. A Eterna Bem-Aventurança dos Salvos e o eterno sofrimento dos perdidos;

10. A Real Unidade Espiritual em Cristo de todos os redimidos por Seu precioso sangue;

11. A Cessação dos Dons de Sinais Apostólicos com o fechamento do Cânon do Novo Testamento;

12. A Necessidade da Manutenção da Igreja Visível, Separada, Pura e Livre do Ecumenismo Romanista, do Modernismo Teológico, do Neo-Evangelicismo, do Carismatismo e de todos os outros “ismos” contrários à Palavra de Deus, tudo de conformidade com os ditames desta mesma Palavra de Deus que é a Bíblia Sagrada.

E ainda, crendo ser o Credo Apostólico a afirmação de Verdades Bíblicas, nós o incorporamos, portanto, a estes artigos de Fé.

PUBLICAÇÕES BÍBLICAS

Josias Baraúna, Distribuidor

CAIXA POSTAL 20041 – PENHA

21070-970 – RIO DE JANEIRO, CAPITAL

Distribuição Gratuita


PUBLICAÇÕES BÍBLICAS

(Nova Fase)

- Artigos Já Publicados:

A POSIÇÃO BÍBLICA DO MOVIMENTO FUNDAMENTALISTA

IGREJA PRESBITERIANA FUNDAMENTALISTA DO BRASIL

DEVE O CRISTÃO GUARDAR O SÁBADO?

“A IGREJA DO LIVRO” (Segunda Edição Aumentada)

ESQUISITO OU PERIGOSO ?

- Artigos a Serem Publicados (Não necessariamente nesta ordem):

“A HISTÓRIA DA ORGANIZAÇÃO DO CIIC”

A MAIOR IGREJA BATISTA DO NORDESTE

INGRESSA NO MOVIMENTO FUNDAMENTALISTA

DONS E VOCAÇÕES

Dr. CARL McINTIRE – TRIBUTO A UM GUERREIRO CAÍDO

A JUNTA INDEPENDENTE DE

MISSÕES PRESBITERIANAS ESTRANGEIRAS

PALMAS NO CULTO?

Rev. DAVID BARAÚNA (Dados Biográficos)

Rev. SYNÉSIO LYRA (Dados Biográficos)

UMA PEQUENA HISTÓRIA DA ALADIC

VALE A PENA DENUNCIAR O ERRO ?

VIOLÊNCIA COM VIRULÊNCIA

entre outros.

- Reserve Já o seu Exemplar. Peça nossa Literatura Gratuita.

Por favor, escreva-nos:

PUBLICAÇÕES BÍBLICAS

Josias Baraúna, Secretário-Executivo

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* Ortodoxia significa doutrina correta. Cristão Ortodoxo é o mesmo que Cristão Bíblico. Nada tem a ver com catolicismo ortodoxo. Os católicos ortodoxos dizem que têm a doutrina católica correta. Nós, os Cristãos Ortodoxos, temos a doutrina Bíblica correta.

domingo, 14 de setembro de 2008

Deve o Cristão Guardar o Sábado?

Deve o cristão guardar o sábado ?

Por Ronald E. Watterson

Introdução

O sábado é mencionado freqüentemente na Bíblia, especialmente no Velho Testamento. Estas constantes menções indicam que o assunto é muito importante e merece um estudo cuidadoso.

Em nossos dias é um assunto polêmico, mas nem por isso devemos deixar de examiná-lo. Devemos, sim, deixar de lado o que os homens falam e considerar o que as Escrituras Sagradas dizem a respeito. Vamos observar primeiramente o que a Bíblia revela sobre


A História do Sábado

Embora não encontremos a palavra "sábado", na Bíblia, até chegarmos em Êxodo capítulo 16, cerca de 2.500 anos depois de Adão, a doutrina do sábado começa com a criação do homem, quando Deus trabalhou seis dias e no sétimo dia descansou de toda a Sua obra. “E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou" (Gênesis 2:3).

Apesar do silêncio da Palavra de Deus quanto ao sábado, nos primeiros 2.500 anos da história humana, é provável que os fiéis o observassem durante aquele tempo. Quando Israel estava no deserto, Deus lhes deu o maná durante seis dias e avisou que no sétimo dia não haveria maná, pois aquele dia era "o santo sábado do Senhor" (Êxodo 16:23). Esta declaração, sem nenhuma explicação, leva-nos a crer que o sábado não lhes era desconhecido. Notemos, a seguir,


O Sábado Dado a Israel

Nos dias de Moisés o sábado foi dado à nação de Israel (Êxodo 16:29) e a partir daquele tempo a sua história fica mais clara. Ele foi incluído nas leis da aliança que Deus fez com Israel, sendo escrito pelo dedo de Deus na tábua de pedra, e também por Moisés no Livro da Lei (Êxodo 24:4; Deuteronômio 31:24).

Entre as outras leis, o sábado assumiu um lugar destacado para Israel, pois Deus o deu por sinal da aliança. Assim como Deus estabeleceu a circuncisão como sinal da aliança que fez com Abrão (Gênesis 17:11), o sábado foi estabelecido como sinal da aliança entre o Senhor e Israel (Êxodo 31:13, 17 e Ezequiel 20:12).

O sábado não foi dado às outras nações, mas exclusiva- mente a Israel, como sinal da sua posição privilegiada, em concerto com o Senhor. Este fato é confirmado quando Moisés exortou o povo e disse: “E que nação há tão grande, que tenha estatutos e juízos tão justos como toda esta lei que hoje ponho perante vós?” (Deuteronômio 4:8). A lei, incluindo o sábado, foi dada com exclusividade a Israel. Notemos, ainda,


O Sábado Ampliado

Ao dar o sábado a Israel, Deus o ampliou. A partir daquele tempo o sábado não seria apenas o sétimo dia de cada semana: mais dias além do sábado seriam “sábados do Senhor”. O Dia da Expiação, por exemplo, que é o décimo dia do sétimo mês, seria “sábado de descanso” (Levítico 16:29-31), mas este dia poderia cair no começo, no meio, ou no fim da semana, dependendo do ano.

A terra também teria o seu sábado. O povo poderia cultivar a terra seis anos, mas o sétimo seria “sábado de descanso para a terra, um sábado ao Senhor” (Levítico 25:4). Naquele ano não poderiam semear o campo, nem podar a vinha. Mas convém que notemos, agora,


O Sábado Profanado

Israel foi infiel; não guardou os sábados ao Senhor. Profanou o sábado ainda no deserto, antes mesmo de entrar na terra prometida.

Referindo-se àqueles anos no deserto, Deus disse: "E também lhes dei os Meus sábados... mas... a casa de Israel se rebelou contra Mim no deserto... e profanaram grandemente os Meus sábados” (Ezequiel 20:12-13). Após a entrada na terra, a avareza levou o povo a considerar o sábado como um peso desagradável e difícil de suportar. Diziam: “Quando passará... o sábado, para abrirmos os celeiros de trigo, diminuindo o efa, e aumentando o siclo...”(Amós 8:5). Tal hipocrisia era insuportável a Deus e a repreensão veio nas palavras do profeta: “... o incenso é para Mim abominação... e os sábados; ... não posso suportar iniqüidade, nem mesmo a reunião solene" (Isaías 1:13).


O Sábado Interrompido

Por causa daquela iniquidade e hipocrisia, Deus tirou de Israel os Seus sábados. Ele disse, por meio do profeta: “E farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, e os seus sábados...”(Oséias 2:11). Ele afirmou ainda, através de Jeremias: “... o Senhor, em Sião, pôs em esquecimento a festa solene e o sábado, e na indignação da Sua ira rejeitou com desprezo o rei e o sacerdote” (Lamentações 2:6).

O Sábado Reestabelecido

Apesar da profanação do sábado por parte de Israel, Deus não abandonou o Seu propósito. Ele ainda há de restaurar o Seu povo e esta nação ainda guardará os sábados ao Senhor. As promessas feitas a Abrão serão cumpridas e o sábado será observado. Descrevendo aqueles dias gloriosos que ainda estão por vir, Ezequiel fala dos holocaustos e das ofertas que serão trazidas nas luas novas e nos sábados (Ezequiel 45:17). O mesmo profeta fala da porta do átrio interior do templo que será reconstruído e diz que “estará fechada durante os seis dias, que são de trabalho; mas no dia de sábado ela se abrirá” (Ezequiel 46:1; veja também Ezequiel 46:3, 4, 12). Agora, voltemos a nossa atenção para


Um Detalhe Importante

Considerando a história do sábado, é importante observar que não há mandamento algum para a igreja guardar o sábado. E isto não é uma omissão. Deus não omitiu da Sua Palavra coisa alguma que fosse necessária ao Seu povo (veja 2 Timóteo 3:16-17). Longe de apresentar qualquer mandamento para guardar o sétimo dia, o Novo Testamento mostra que o cristão que estima um dia acima do outro é um cristão fraco (Romanos 14:1-6). Reforçando isto, Paulo disse, escrevendo aos Colossenses: “Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados” (Colossenses 2:16).

Vemos, ainda, que, na carta aos Gálatas, escrita a igrejas que estavam começando a guardar dias, Paulo disse: “Mas agora, conhecendo a Deus... como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias... receio de vós, que não haja trabalhado em vão para convosco” (Gálatas 4:9-11). Esta preocupação do Apóstolo com relação aos gálatas deixa muito claro que o cristão que guarda o sábado, ou qualquer outro dia, está cometendo um erro gravíssimo e está jogando por terra a obra que Deus está fazendo.


O Propósito e o Significado do Sábado

Um dia, quando o Senhor passava pelas searas, com Seus discípulos, estes começaram a colher espigas e foram severamente critica- dos pelos fariseus (veja Marcos 2:23-28). Respondendo as críticas, o Senhor afirmou ser o Senhor do sábado e revelou, pelo menos em parte , o propósito do mesmo.

Para o Homem

Ele disse: “O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (verso 27). O sábado nunca foi uma restrição, ou uma exigência pesada que Deus impôs ao homem, mas sim uma bênção. Deveria ser uma ocasião alegre e benéfica para o homem.

No Velho Testamento vemos a maneira como este dia deveria ser uma bênção para o homem. Traria benefícios físicos, pois seria um dia de descanso depois de seis dias de trabalho (Êxodo 20:10). Quando esta lei foi dada a Israel, Deus relacionou este descanso semanal com a Sua própria obra na criação: “Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar, e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto abençoou o Senhor o dia de sábado, e o santificou”(Êxodo 20:11).

Quando, porém esta lei foi repetida na campina ao oriente do Jordão, Deus mencionou outro propósito do sábado. “Guarda o dia de sábado...seis dias trabalharás... mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhum trabalho nele...Porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido” (Deuteronômio 5:l2-13).

O sábado, portanto, seria um dia de descanso físico e também seria um dia de recordação das bênçãos recebidas do Senhor. Seria uma bênção para o corpo e também para a alma.


Para Deus

Foi de fato uma dádiva preciosa que Deus deu ao povo de Israel (Êxodo 16:29), mas convém observar que não é somente “o sábado do Senhor” (Êxodo 16:23), é também “um sábado ao Senhor” (Êxodo 31:15). Ao mesmo tempo que proporcionava descanso e refrigério ao homem, deveria proporcionar algo também a Deus. Ao deixar de lado a preocupação com as coisas materiais, o homem deveria ocupar-se com as coisas espirituais, e assim Deus receberia adoração e louvor.

Além do propósito imediato de proporcionar ao homem descanso e trazer a Deus honra e louvor, havia algo mais, na celebração do sétimo dia. Era uma sombra “das coisas futuras” (Colossenses 2:17). Vejamos vários aspectos disto.


O Descanso em Canaã

Logo que o pecado entrou no jardim do Eden, o descanso de Deus foi interrompido e Ele se pôs a trabalhar (João 5:17). O sábado não se

ria mais uma expressão do descanso do Criador, mas sim, uma sombra dum descanso futuro, baseado na obra perfeita terminada pelo Senhor Jesus Cristo.

Em primeiro lugar, prefigurava o descanso que Deus queria dar ao povo de Israel em Canaã. Moisés disse àquele povo: “Até agora não entrastes no descanso ...mas passareis o Jordão, e habitareis na terra que vos fará herdar o Senhor vosso Deus; e vos dará repouso dos vossos inimigos... ”(Deuteronômio 12:9-10).

Num sentido limitado, este descanso foi alcançado nos dias de Josué, pois “o Senhor lhes deu repouso em redor, conforme a tudo quanto jurara a seus pais”(Josué 21.44).

O descanso em Canaã não permaneceu (Hebreus 4:8), e Deus falou ainda dum descanso futuro (Salmo 95:8-11).


Descanso para o Mundo no Milênio

Um dia Satanás será preso no abismo (Apocalipse 20:1-3); todo inimigo será derrotado (1 Coríntios 15:25); a criação deixará de gemer (Romanos 8:22-23); e a terra há de gozar o seu sábado. O profeta anunciou isto ao dizer: “Já descansa, já está sossegada toda a terra! exclamam com júbilo” (Isaías 14:7). O mesmo profeta ainda disse: ”E acontecerá naquele dia que a raiz de Jessé, a qual estará posta por estandarte dos povos, será buscada pelos gentios; e o lugar do seu repouso será glorioso”(Isaías 11:10).


O Descanso Eterno

Este maravilhoso descanso milenar, porém não perdurará. Satanás será solto da sua prisão e sairá para enganar as nações que estão nos quatro cantos da terra, liderando uma última rebelião contra Deus.

Mas ele será derrotado, e lançado no lago de fogo. Os mortos serão julgados e haverá um novo céu e uma nova terra onde habita a justiça (2 Pedro 3:13 e Apocalipse 21:1). Deus será tudo em todos e será glorificado naquele descanso eterno.


O Descanso presente em Cristo

O sábado é a sombra; a substância é Cristo (Colossenses 2:16-17). Por isto, não nos ocupamos mais com a sombra; temos a substância. Não guardamos o sábado; descansamos em Cristo. Esta verdade é apresentada mais detalhadamente na carta aos Hebreus.


O Sábado à Luz de Hebreus 3 e 4

A carta aos Hebreus mostra a superioridade de Cristo. Ele é Deus (capítulo 1) e, portanto, superior aos anjos. Ele Se fez homem (capítulo 2), mas continua superior a todos os homens. Os capítulos que estamos considerando mostram como Ele é superior a Moisés e a Josué. Estes não conseguiram dar ao povo aquele descanso verdadeiro, mas nós, pela fé no Senhor Jesus Cristo, já entramos no repouso (4:3).


O Repouso

A questão do repouso é introduzida com uma citação do Velho Testamento, tirada do Salmo 95:8-11, já anteriormente citada no capitulo 3:7-11. O escritor quer demonstrar que o Senhor Jesus é maior do que todos os homens. Os que saíram do Egito deveriam ter entrado no descanso em Canaã, mas pela desobediência e incredulidade, seus corações foram endurecidos e Deus jurou na Sua ira que não entrariam no Seu descanso. Este facto serve de exortação aos leitores, para que não venham a cair no mesmo erro (3:12-13). Poderiam ter ouvido as boas novas, mas se o coração se endurecesse pelo engano do pecado não entrariam no repouso desejado (3:13).

Muitos têm mal interpretado esta passagem e, nela baseados, afirmam que o crente pode perder a salvação, mas veja bem que não é isso o que o texto sagrado diz. O que Deus afirma é: “A qual casa somos nós, se tão somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim” (3:6). Note bem que não diz que “seremos”, mas que “somos”, agora, no presente, a casa de Deus. Ele não diz que somos enquanto conservarmos firme, mas que já somos a casa de Deus se conservarmos firme. Isto é, a palavra “se”, neste caso, não introduz uma condição, mas, sim, uma evidência. Os hebreus, a quem a carta foi dirigida, professavam ser a casa de Deus, mas alguns poderiam não ser verdadeiros. A realidade da sua profissão de Fé seria manifesta pela sua permanência. Veja isto com mais clareza no versículo 14 – “...nos tornamos participantes de Cristo, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim”. O verbo “tornamos”refere-se a algo já acontecido — é o tempo perfeito no texto original. Ele não está dizendo que vamos participar de Cristo se retivermos firmemente, e, sim, que já participamos de Cristo há muito tempo. A palavra se, no caso, não é condicional, pois se o fora, o versículo não teria sentido. O ensino claro destes dois versículos é que aquele que permanece é aquele que creu e aquele que não permanece demonstra que nunca creu.

No capítulo 4 o Espírito volta a destacar o perigo de não entrar no repouso de Deus: “Temamos, pois que, porventura, deixada a promessa de entrar no seu repouso, pareça que algum de vós fica para trás” (verso 1). Observe, porém, que o texto não fala da possibilidade de ser expulso dum repouso já alcançado, mas, sim, da possibilidade de não chegar a entrar no repouso esperado. É isto o que vemos no Salmo 95: a geração que saiu do Egito não entrou em Canaã. É isto, também, o que Hebreus 4 ensina: alguns que querem entrar no repouso de Deus poderão não entrar. Aqueles que saíram do Egito, ouviram as boas novas e esperavam entrar, mas caíram no deserto. Como o texto afirma, nada disto lhes aproveitou, porquanto não estava misturado com a fé. É póssível ouvir as boas novas e abandonar o mundo e, contudo, não entrar no descanso porque, na realidade, não creu.

Mas o contraste no versículo seguinte é notável: “Nós, os que temos crido, entramos no repouso” (verso 3). Aqui vemos novamente que a fé é o meio pelo qual entramos no repouso. Eles (verso 2) não entraram porque não creram; nós (verso 3) entramos (presente) porque temos crido (passado). Quem não crê, não entra. Quem creu, já entrou.

Tudo é relacionado com o descanso de Deus no sétimo dia (verso 4), mostrando que aquele repouso de Deus na obra completada pela criação era uma sombra do repouso que o crente tem agora em Cristo. No versículo 5 vemos mais uma vez que o incrédulo jamais entrará neste descanso.

A partir do versículo 6, o Espírito Santo torna a falar do descanso concedido em Canaã, mostrando que não correspondeu plenamente à sombra, pois, de outra sorte, Davi não teria, no Salmo 95, falado de outro dia. Isto leva logicamente à conclusão de que “resta ainda um repouso (literalmente, “um sábado de repouso”) para o povo de Deus” (verso 9).

O sábado do Velho Concerto, portanto, era uma sombra do descanso que gozamos hoje em Cristo.

O assunto é concluído com uma afirmação e uma exortação.

A afirmação: “Aquele que entrou no seu repouso, ele próprio repousou das suas obras, como Deus das Suas” (verso 10). Quando descobrimos que as nossas tentativas de alcançar a vida eterna eram inúteis e deixamos de confiar em nossas justiças, orações, obras, etc., e confiamos no Senhor Jesus Cristo e no valor da obra consumada na cruz, descansamos das nossas obras e entramos no descanso de Deus.

A exortação: É dirigida àqueles que ainda não entraram no repouso de Deus e diz: “Procuremos entrar... para que ninguém caia no

mesmo exemplo de desobediência” (verso 11).


A Conclusão

O Sábado foi uma dádiva preciosa que Deus concedeu ao povo de Israel, mas aquele povo não apreciou. Era uma parte integrante daquela Lei do Velho Concerto e traz lições preciosas para nós, cristãos, no dia de hoje, sendo uma sombra do nosso descanso espiritual em Cristo.Mas aquela “cédula que era contra nós” foi riscada (literalmente, apagada, como quando se apaga o que foi escrito numa lousa) e tirada do meio de nós pela cruz de Cristo (Colossenses 2:14). Continuando este ensino, o Espírito Santo pergunta: “Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam AINDA de ordenanças...?” (Colossenses 2:20).

Nesta Escritura Deus mostra claramente que o cristão não deve guardar a Lei do Velho Concerto (isto inclui o sábado), pois tal lei foi apagada e tirada do meio de nós. Na carta aos Gálatas, porém, Deus apresenta, por meio duma alegoria, a nossa responsabilidade nesta parte.

Abraão teve dois filhos, um da escrava e outro da livre. Na alegoria, Agar, a escrava, representa o Velho Concerto firmado no monte Sinai, enquanto Sara representa o Novo. Na conclusão da alegoria, Deus diz: “Lança fora a escrava e seu filho, porque de modo algum o filho da escrava herdará com o filho da livre” (ver Gálatas 4:21-31). Temos a responsabilidade de lançar fora o Velho Concerto, bem como as conseqüências que ele produz, pois de modo algum poderão os dois Concertos conviver um com o outro.

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Portanto, em Colossenses vemos o lado divino desta mudança — Ele apagou a “cédula”, tirando-a do meio de nós (Colossenses 2:14), mas em Gálatas vemos o lado humano — nossa responsabilidade de lançar fora o Velho Concerto, inclusive o sábado.



Nota do Distribuidor: Por favor, leia na sua Bíblia todas as citações contidas neste artigo para não parecer que o autor apresenta a sua opinião pessoal, mas verifique que seus argumentos são fortemente fundamentados na Palavra de Deus.



RONALD E. WATTERSON é um Ministro Evangélico vinculado ao Movimento dos Irmãos Como Ensinador Bíblico Itinerante, tem a sua base missionária na cidade de Descalvado, Estado de São Paulo. É autor do livro Apocalipse Versículo por Versículo, tendo também escrito diversos livretos e artigos doutrinários em defesa da Fé.

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